Campeonato bem vivo

9 09 2012

Há 12 meses atrás, após a corrida de Monza, estávamos com dúvidas sobre se o campeão mundial Sebastian Vettel iria conseguir o título já em Singapura ou se teria de esperar até Suzuka. Este ano saímos com 5 pilotos de 4 equipas diferentes com hipóteses ainda muito realistas de lá chegar. Afinal entre primeiro e quinto estão apenas 47 pontos quando faltam 7 corridas para o fim.

A vitória nunca esteve muito em questão neste fim-de-semana, apesar da aproximação final de Sérgio Pérez a Lewis Hamilton. O piloto da McLaren tem estado com os holofotes da imprensa sobre após os rumores de que estaria de saída para a Mercedes, e não poderia ter respondido de maneira melhor, subindo para a vice-liderança do campeonato.

Dominou de início a fim, e viu os carros de Schumacher e Rosberg terminarem em 6º e 7º, respetivamente. Portanto parece óbvio que o inglês sabe que uma ida para a Mercedes é um gigante passo a trás em termos de resultados, ainda que possa ser compensado financeiramente. O mais provável é que esteja a usar esse argumento como pressão para um aumento salarial, porque com o aumento salarial a Button ficou a ganhar o mesmo que Jenson, que Hamilton muito certamente considera ser inferior a si mesmo. Compro mais facilmente esse argumento.

Atrás dele algumas surpresas. Em primeiro lugar a excelente exibição de Sérgio Pérez, que novamente mostrou o seu grande trunfo: a preservação dos pneus. Parando mais de 10 voltas depois da maioria, o mexicano conseguiu passar facilmente os adversários no final da pista, com destaque para a passagem sobre Alonso antes da Variante Ascari. Espero que não vá para a Ferrari tão cedo, porque decididamente não merece o tratamento de segundo piloto que lhe esperaria. E se a Sauber conseguir manter este nível, não se vêem para já razões para sair.

Os dois Ferrari estiveram bastante bem. Massa andou bem ao longo do fim-de-semana, conseguindo igualar o melhor resultado do ano em 4º. Teve que deixar passar Alonso, mas tendo em conta que está em 10º no campeonato é perfeitamente aceitável. Mas o espanhol não contou com facilidades foi de 10º até 3º, incluindo uma luta particularmente dura com Vettel, com direito a reedição do duelo do ano passado mas com os papéis invertidos.

Ainda que dura a penalização imposta ao alemão foi justa. Cada vez mais tem ficado moda forçar o adversário a escolher entre abrandar ou ir para fora quando já estão ao lado, o que é muito anti-desportista. A penalização de Vettel e a suspensão de Grosjean mostram que os comissários também concordam.

Quem está a fazer lembrar o conto da lebre e da tartaruga é Kimi Raikkonen, que conseguiu suster os ataques de Schumacher para chegar em 5º numa pista em que os Lotus não conseguiram dar-se bem (como d’Ambrosio em 13º demonstrou). Assim Raikkonen conseguiu passar a 3º no campeonato, a apenas 1 ponto de Hamilton. Já está a merecer uma vitória há muito tempo.

A Mercedes também mostrou sinais encorajadores, mas não nos podemos esquecer que os motores alemães se costumam dar bem em Monza.

Assim o campeonato vê-se relançado, com a crescente forma da McLaren que já vai em 3 vitórias seguidas. A Red Bull parece estar a perder alguma forma, mas não nos podemos esquecer que os austríacos há bem pouco tempo eram cotados como a maior ameaça a Alonso…

Veja os resultados completos.





Grosser Preis

23 07 2012

Antes de mais, é preciso dizer que nesta temporada de autêntica imprevisibilidade, um traço comum se começa a desenhar: Fernando Alonso está absolutamente imparável. Pole position, manteve a liderança sempre (com exceção dos pit stops, claro), e ganhou. Dizendo parece fácil, e, para ser honesto, vendo também, mas isso deve-se mais à excelente exibição do espanhol do que a uma verdadeira facilidade.

Aliás o melhor momento foi quando Andrea Stella, o engenheiro de pista do espanhol, lhe falava num tom preocupado (e em italiano, já reparam que agora é sempre assim que comunicam? Só falta a Mercedes começar a falar em alemão com Schumacher e Rosberg…), Alonso simplesmente respondia “Calma…” e que tinha tudo sob controlo. A confiança do espanhol nas suas próprias capacidades veio mesmo ao de cima.

E o exato 0posto viu-se em Lewis Hamilton. Depois do furo nas primeiras voltas, o inglês disse à equipa que achava que era melhor abandonar, quando a telemetria dizia que o carro podia continuar perfeitamente. Lembrei-me logo do recente post do Humberto Corradi sobre a motivação depois dos títulos. Não admira que o inglês esteja a descer no campeonato.

Mesmo assim continuo, e protagonizou uma situação invulgar na F1: um retardatário a desdobrar-se dos líderes. O ritmo do britânico estava excelente e conseguiu tirar a volta de atraso a Vettel. Mas não depressa o suficiente para que Horner e Vettel reclamassem que se tratavam de ordens de equipa para atrasar o alemão e permitir a aproximação de Button.

É tão simples quanto isto: Hamilton estava mais rápido que Vettel e quis que ele não o atrasasse, e portanto tentou passar. Se Seb pensasse um pouco até perceberia que só tinha a ganhar em deixá-lo passar rapidamente de modo a não ter que fazer condução defensiva, mas enfim. O que me irrita cada vez mais nele é que ganhou a mania de achar que a culpa é sempre dos outros: em Valência foi o SC, e agora isto.

Mas quem foi mesmo penalizado foi o alemão, por ultrapassar Button fora dos limites da pista. A punição foi um pouco dura, mas entende-se. Tivesse sido a escapatória em gravilha e ele não o teria conseguido, portanto ganhou uma vantagem.

Aliás, quem foi o inteligente que achou que quilómetros de asfalto era boa ideia? Sim, já não há abandonos por ficar na gravilha quase nunca, mas permite atitudes deste género, ou como Raikkonen em Spa 2009.

Enfim, o campeonato parece ser de Alonso, mas continua a não ser certo, numa altura em que até Raikkonen, mesmo sem vitórias está no quarto lugar do campeonato a 56 pontos de Alonso. Com uma Lotus à luta com a McLaren nos construtores seria divertido de ver Raikkonen a manter-se na luta pelo título.

PS: E o pormenor da entrevista do Lauda ao Alonso? “É bom ver na Alemanha, um espanhol a ganhar com um carro italiano, projetado por um grego…” xD

Veja os resultados completos.





O “regresso” da Williams

14 05 2012

Ainda me lembro do GP do Brasil de 2004. Foi a primeira corrida de Fórmula 1 que vi desde o início até ao fim. Foi bastante memorável, por acaso. Depois de um domínio gigantesco (com 13 vitórias), Michael Schumacher teve um fim-de-semana bastante fraquinho; Rubens Barrichello fez o seu melhor GP caseiro de sempre, terminando no pódio.

E o vencedor? Um colombiano que se vinha a assumir como um potencial campeão, e que se iria mudar para a McLaren em 2005 para formar uma dupla temível com Kimi Raikkonen. Era também a única vitória para a Williams nesse ano depois de uma temporada bastante fraca. Em 2005 melhores tempos viriam…

Mas não vieram. 2005 foi o início da Williams como equipa do pelotão do meio, que foi dolorosamente cimentada nessa posição com um 2006 péssimo. A troca dos Cosworth pelos mais potentes Toyota ajudou a equipa a subir um pouco, para lugares nos pontos habituais, com dois ou três pódios ocasionais. 2010 ainda foi decente, mas 2011 foi a pior temporada de sempre da equipa britânica.

2012, por acaso não prometia muito mais. A manutenção de Pastor Maldonado e a contratação de Bruno Senna pareciam indicar que a equipa se afundava cada vez mais, procurando desesperadamente fontes de dinheiro. A contratação de Coughlan, envolvido no escândalo Stepneygate em 2007 também não ajudaram a dar credibilidade ao projeto.

Mas ontem, contra todas as expetativas (as minhas inclusive), a Williams provou a todos que o FW34 é um ótimo carro, e que o pouco cotado Maldonado tem talento suficiente para aguentar a pressão do bi-campeão mundial Fernando Alonso durante várias voltas para garantir o primeiro triunfo da equipa em oito anos, ocasião daquele GP do Brasil de 2004.

O venezuelano esteve brilhante, não hajam dúvidas, fazendo a pole position, e fazendo um ritmo de corrida excelente, sem nunca largar Alonso no início da corrida, o que lhe valeu o merecido triunfo.

Embora tenha sido contra as minhas expetativas, não foi certamente contra a minha vontade. Torci imenso por Maldonado ao longo da corrida, e espero (tal como todos os fãs de F1, certamente) que este “regresso” da Williams seja definitivo e não só pontual. Tomara!

PS: E destaque ainda para a solidariedade entre as equipas na ocasião do fogo na garagem da Williams após a corrida. Felizmente ninguém se parece ter ferido com gravidade.





Quanto mais?

16 04 2012

Decididamente esta temporada de 2012 parece estar muito mais interessante. Se no ano passado vimos o domínio absoluto de um piloto, este ano em apenas três corridas já vimos três vencedores… de três equipas diferentes!

A etapa chinesa foi uma dos melhores dos últimos tempos, ainda que com um início quase em fila indiana nas primeiras voltas, contou com várias lutas interessantes, e por uma proximidade entre os concorrentes, em que chegaram a existir autênticas filas com mais de 7 carros em lutas por posição.

A vitória caiu nas mãos de Nico Rosberg, que conseguiu a sua primeira vitória, bem como a primeira da Mercedes como equipa desde 1955, numa corrida absolutamente perfeita do alemão. Aliás, creio que nunca vi uma corrida em que se acreditava que o pole position dificilmente conseguiria vencer como nesta. A ideia de que os Mercedes voltariam a não conseguir poupar os pneus revelou-se falsa, ao ponto de terem arriscado numa estratégia de apenas duas paragens…

A corrida teve alguns destaques, o principal deles a ser sem dúvida o facto de após a sua pior temporada de sempre, a Williams se ter definitivamente recolocado no caminho certo, com ambos os carros a pontuarem, o que terá sido uma das melhores prendas que Sir Frank poderia receber na véspera do seu 70º aniversário.

Foi também um novo desastre para a Ferrari, que apenas conseguiu colocar Fernando Alonso no nono lugar, sendo que Felipe Massa é o único pil0to das equipas “não-novas” (se bem que de novas já não tenham nada…) a não ter conseguido pontuar.

Mas, houve uma afirmação de Alonso que me deixou a pensar, quando ele disse que esperava que a sua equipa recuperasse, e que seria bastante normal que as equipas pequenas (como Sauber ou Williams) que atualmente estão na frente, começarão a ficar para trás devido à falta de recursos financeiras em comparação às maiores.

E embora a capacidade de recuperação da Scuderia possa ser posta em causa, a segunda parte realmente deixa alguma preocupação. Para qualquer verdadeiro fã de Fórmula 1, ver Williams e Sauber na frente é excelente, mas resta ver se as equipas conseguem manter a sua performance.

Quanto tempo mais conseguiremos assistir a estas pequenas equipas a derrubar gigantes?

PS: Mais alguém reparou na maneira como o Norbert Haug festejou a vitória da Mercedes? Ou é um fã incondicional emocionado, ou então já devia ter uma corda no pescoço posta pelos accionistas da marca pela falta de resultados…





Nem assim…

14 11 2011

Foram feitos muitos esforços para que este GP de Abu Dhabi fosse tão bem-sucedido desportivamente quanto já o é para os bolsos de Bernie Ecclestone. Duas zonas de DRS em rectas bastante longas davam, em teoria, grandes oportunidades. E o maior contributo de todos foi dado pelo líder do campeonato, quando abandonou com um furo repentino do pneu Pirelli na segunda curva.

Mas nem assim… A corrida do circuito de Yas Marina foi, juntamente com a de Valência, a pior corrida da temporada. Foi simplesmente enfadonha, a luta dos pilotos da frente nem sequer valeu a pena ver. Ganhou Hamilton, que se mereceu amplamente as críticas até agora, também merece todos os louros por uma vitória autoritária, da qual até o Vettel se poderia orgulhar: sem erros, e poupando bem o material.

Alonso e Hamilton mostram que em 2012 virá mais.

Mais atrás o seu companheiro Button debateu-se com problemas durante grande parte do tempo, portanto um pódio foi um resultado muito satisfatório. Assim não deu para fazer uma dobradinha, porque Fernando Alonso esteve sempre muito melhor do que o carro. Honestamente com o que oiço falar sobre a Ferrari estar a preparar já o carro de 2012, não consigo deixar de pensar se não corremos o risco de o ver a ser campeão… E o Massa? Bem, passemos à frente.

Lá atrás vimos o habitual: os Mercedes logo atrás com os Force India a aproveitarem-se dos últimos lugares pontuáveis. Dou ainda algum destaque para a Williams, que apresentou o melhor ritmo de todo o ano, só foi pena a má qualificação que os deixou bem no fundo. Barrichello chegou em 12º, poderia ter chegado aos pontos, até porque os Sauber se andam a afundar.

Veja os resultados completos.





Guess who…

31 10 2011

Adivinhem… Pois é, Sebastian Vettel voltou a triunfar pela 11ª vez. Isto significa que em 2011 o alemão ganhou mais corridas do que nas suas anteriores temporadas… juntas! Confesso que no início do ano ainda tinha a crença de que Vettel não estaria a ganhar se tivesse um carro ao mesmo nível do dos adversários, mas depois das mais recentes exibições (como a ultrapassagem a Alonso em Monza) confesso já não ter tanta certeza…

Outra ideia minha do início do ano que não se verificou foi sobre a pista de Jaypee. Na altura achei que a pista nos daria uma grande corrida, mas pelos vistos não deu. Ainda que seja, talvez, a melhor pista feita por Tilke, no que toca a ultrapassagens ficou bastante aquém das expectativas, e nem com duas zonas de DRS se conseguiu dar emoção… Já ouvi dizer que isto se deveu, principalmente, por causa da quantidade de poeira que estava fora da trajectória ideal, portanto vejamos se para 2012 se lembram de a limpar antes.

Os olhares de Button e Alonso dizem tudo...

Aliás, o melhor momento da corrida foi mesma a extraordinária reacção de Rowan Atkinson ao incidente entre Massa e Hamilton. Isso mesmo, estes dois decidiram trocar mais um pouco de tinta entre o Ferrari e o McLaren… Desta vez aconteceu quando o inglês estava a colocar-se em posição de ultrapassar, e o brasileiro cortou-lhe a trajectória, mas Lewis não teve tempo de reagir. Concordo com a penalização a Massa, porque desta vez Hamilton, embora tenha arriscado muito, tinha já o nariz a menos de meio carro do de Felipe, e o brasileiro não podia esperar que ele simplesmente desaparecesse…

Sobre o Hamilton já ouvi alguém dizer meio a brincar que ele anda armado em Senna desde que viu o documentário. Isso deixou-me a pensar em algo. O Top Gear há algum tempo fez um vídeo de tributo a Senna, no qual Martin Brundle explica a técnica de Senna para ultrapassar:

“Ele habitualmente punha-nos numa posição em que iríamos ter um acidente, e deixava-nos a nós decidir de ter esse acidente ou não (…), e se não tivéssemos o acidente, estavas psicologicamente acabado. Ele então saberia que sempre que fizesse aquilo tu o deixarias passar.”

E é aqui que se pode tirar duas conclusões. Primeiro, não se pode fazer a todos os pilotos. Webber fez isso na Eau Rouge a Alonso este ano, e mais tarde disse que o fez pois confiava em Alonso para que este fosse sensato. E não num Felipe Massa que pilota mais com o coração que com a cabeça, por assim dizer. Em segundo, que Hamilton ainda não goza do respeito que Senna tinha nos adversários. Ninguém teme a sua aproximação. É simplesmente um adversário a ser combatido, o que Lewis não consegue aceitar…

Enfim, desviei-me um pouco do assunto. Mas também a única coisa importante depois disto foi a boa forma dos Mercedes, e a luta cada vez mais próxima pelo sexto lugar entre Sauber, Force India e Toro Rosso.

Actualização: Já me esquecia, feliz dia das bruxas! Fiquem com a mais assustadora história de Halloween de 2008 no vídeo abaixo.

Veja os resultados completos.





A consagração

9 10 2011

No último GP, Jake Humphrey comentou na BBC que Singapura seria o local ideal para Sebastian Vettel vencer o seu segundo título mundial. Na altura discordei, e torci para que Seb esperasse mais duas semanas, e fazer naquele que, na minha opinião, seria o melhor local: Suzuka. Vettel vinha para a pista japonesa sabendo que precisava de apenas 1 ponto para chegar ao bi-campeonato, mas em vez de ser cauteloso, o alemão atacou sempre (como comprovou a pole de ontem).

Se olharem com atenção, está ali um bi-campeão mundial...

Talvez até tenha estado um pouco agressivo demais, como se viu na largada, quando empurrou Jenson Button para a relva. Tudo bem, não lhe chegou a tocar, mas foi apenas porque Button travou quando percebeu o que Sebastian se preparava para fazer. E, depois de reflexão, nada de penalizações… Aqui confesso que achei bastante injusto, já que os comissários parecem dar tratamento especial aos da frente. Se comete uma infracção é para ser punido, não é para ser só avisado (como Schumacher em Monza) ou sem nada a acontecer…

Detalhe também para o fato de que na entrevista de Christian Horner à BBC após a corrida, o dirigente da Red Bull tentava defender o seu piloto dizendo que “deixou espaço suficiente”, para levar a resposta ácida de Eddie Jordan, “podes-me dizer onde ele tinha espaço suficiente? Ele está na relva…”. Jordan tem os seus defeitos, mas ninguém o pode acusar de não dizer o que pensa!

Com que então não sabia ganhar no seco...

E, já agora, visto que estava a ficar esquecido: Jenson Button venceu… O britânico conteve-se depois do desentendimento com Vettel, poupando pneus, o que lhe viria a ser útil mais tarde, liderando uma boa parte da corrida, e mesmo quando Alonso e Vettel ameaçaram a liderança, ele conseguiu responder e aguentar a pressão. Para variar, o seu companheiro de equipa voltou a fazer tudo mal. Hamilton tentou forçar o andamento no início, danificando os pneus, e depois tocou em Massa (outra vez…), a caminho de um fraco 5º lugar…

A Mercedes parecia ter bom ritmo em Suzuka, com Schumacher a chegar ao 7º lugar, e Rosberg a recuperar da última fila até ao 10º. Na Sauber foi quase o oposto da qualificação: enquanto Pérez brilhou, Kobayashi teve vários problemas e falhou os pontos depois de brilhar no Sábado… Enquanto isso, na Renault Petrov voltou a pontuar, com Senna a não conseguir acompanhar o russo. Por último, destaque para o fato de que os Lotus conseguiram terminar na volta dos vencedores, mostrando a evolução da equipa de Tony Fernandes, que poderá chegar ao pelotão intermediário para o ano.

Veja os resultados completos.