Silly season, Silly moves

30 09 2012

Há muito tempo que surgiam os rumores sobre o mercado de pilotos. Depois de quase 3 anos sem trocas de equipas significantes no grid, já abundavam todo o género de rumores sobre quem poderia eventualmente ir para onde. Até há uns dias a principal notícia era sobre se Alguersuari estará a caminho da Sauber. É, estávamos desesperados por alterações mesmo…

E elas vieram. Em grande. Depois de vários meses de suspeitas, de quase certezas, de quase impossibilidades, veio a confirmação da ida de Lewis Hamilton para a Mercedes, saindo da equipa em que se encontrava integrado desde os 13 anos.

Por mais voltas que se dê à questão fica complicado tirar outra conclusão que não de que Hamilton foi atrás do salário milionário dos alemães. Quando se está integrado numa equipa há tanto tempo, e quando esta está há 5 corridas claramente com o melhor carro, os argumentos sobre as capacidades financeiras da Mercedes caem por terra. O único ano em que a estrutura de Brackley conseguiu superiorizar-se foi quando tiveram quase um ano de vantagem na projeção do carro em 2009, e mesmo assim no final já eram apenas a terceira força.

Ao contrário da maioria das pessoas fiquei feliz de ele ter saído. Hamilton já andava de alguns anos para cá a tirar mais diversão do seu estatuto de estrela do que a competir. Nos seus melhores dias é completamente imbatível (Canadá, Hungria e Itália mostram-no), mas começava já a duvidar se a motivação de um Vettel ou Alonso por ser o melhor ainda lá está.

A verdade é que se formos a ver as coisas objetivamente o inglês “apenas” tem um título mundial, pelo que o salário superior ao de Alonso não deixa de ser uma pretensão um pouco arrogante. Enfim, se a equipa de Estugarda tem o dinheiro para dar, quem somos nós para duvidar. Mas certamente a luta pelo título deste ano poderá ter ficado comprometida: será que a McLaren está interessada em ver o número 1 ir para a Mercedes no próximo ano?

Rosberg também deve estar bastante feliz da vida. Já vai no terceiro ano à frente do hepta-campeão mundial Schumacher no campeonato, mas os críticos dizem sempre que este já não é o mesmo Schumi, retirando-lhe valor. Agora tem a oportunidade de demonstrar o que vale, comparado com o campeão de 2008.

A escolha do seu substituto na McLaren é que sem dúvida não poderia surpreender ou desapontar ninguém. Os pilotos da Force India têm feito boas corridas, mas os laços de lealdade serão mais com a Mercedes. Pelo que Sérgio Pérez é uma escolha óbvia. A política da equipa desde a contratação de Button é, segundo os próprios, de escolher o melhor piloto disponível no mercado. Olhando para quem está disponível fica complicado de dizer que não conseguiram o objetivo.

O mexicano faz um ano excelente, com 3 pódios pela Sauber e pelo menos 2 quase vitórias (Sepang e Monza), e justamente pela juventude não só dará o tudo por tudo sempre para impressionar a marca de Woking (coisa que Lewis, na minha opinião não fazia) como aceitou um salário muito mais pequeno que o proposto a Hamilton (4 milhões de euros contra 19 milhões de euros), 15 milhões fundamentais ao desenvolvimento do carro de 2013, especialmente sem o apoio da Mercedes. Já para não falar na manutenção da Vodafone, interessada pela possível abertura no mercado mexicano e que decidiu ficar na equipa, quando se preparava para sair.

Portanto, ao contrário de Damon Hill, acho que a saída de Hamilton da McLaren foi talvez o melhor que podia acontecer à equipa. Pérez tem um potencial gigante e terá convivência fácil com Jenson Button, um “mentor” útil. Já para não falar que permitiu a Ron Dennis chatear Montezemolo, que tanto quis deixar Sérgio onde estava que acabou por perdê-lo. E ainda bem. Já imaginaram o desperdício de talento que teria sido ver Pérez como segundo piloto de Alonso?

O homem que não terá mesmo gostado da notícia é Schumacher, que depois de a Mercedes ter tentado simpaticamente livrar-se dele (com uma oferta de lugares na gestão da equipa e no DTM), se viu agora mesmo corrido de Brackley. Curiosamente apenas desejou boa sorte à equipa e a Hamilton em particular, sem uma palavra sobre abandonar. Mas espero bem que sim. Há Razias, Frijns, Félix da Costas e Bianchis à espera de oportunidades de mostrarem o que valem, estando um lugar ocupado por alguém que já viu os seus melhores dias passarem…

A juntar a isto foi também revelado o calendário de 2013, com as únicas alterações a serem a troca de lugar entre Yeongam e Suzuka (alguém percebeu porquê?) e a entrada do circuito de New Jersey para o lugar de Valência (ainda em dúvida, segundo Ecclestone). Sinceramente estava com esperanças que a Coreia saísse, mas espero que a etapa de Nova Iorque aconteça, a pista surpreendentemente parece interessante.

PS: Enquanto escrevo isto, António Félix da Costa voltou a vencer de forma magistral à chuva em Paul Ricard a primeira corrida das World Series, e mesmo faltando às 3 primeiras rondas dupla, está em sexto no campeonato. Este ano o Top 5 é muito realista, e para o ano o título perfeitamente ao alcance. E em 2014, se tudo correr bem, será o 5º português na F1. Força AFC!

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Primeiras imagens de F1 2012

5 06 2012

Depois do lançamento do F1 2011 em Setembro do ano passado, confesso que fiquei bastante agradado com o produto final, que tive a sorte de poder jogar. Tinha um modo carreira divertido, e bastante bem conseguido (com entrevistas no paddock e objetivos a alcançar a cada corrida). Se bem que também há-que dizer que tinha algumas falhas bastante grandes, como alguns bugs, algumas penalizações online mal aplicadas (penalizavam quem não tinha batido), e uma Inteligência Artificial criticada por alguns (se bem que pessoalmente não tenha reclamações a apresentar a esse respeito).

Enfim, para quem não experimentava um jogo de F1 desde o já longínquo F1 06 para PS2, foi um jogo bastante divertido e que já joguei durante várias horas.

A Codemasters tem feito um trabalho tão bom que já viu o seu contrato (que acabava este ano) renovado durante mais alguns anos. E os jogos, tradicionalmente apresentados em Setembro, costumam ter por esta altura os primeiros vídeos de “Work in Progress” da edição que se aproxima. E assim foi, com as primeiras imagens do F1 2012 a saírem há aproximadamente 1 hora. O vídeo mostra uma volta no Circuit of the Americas, que este ano será palco do regresso do GP dos EUA.

Destas imagens vou tirar dois pequenos comentários.

Em primeiro lugar, o jogo em si apresenta-se sem grandes alterações visuais (o que é algo de positivo, porque o F1 2011 já tinha uns bastante bons), o que significa que devem ter estado a trabalhar em alterações no comportamento dos carros (que parece mais realista nas correções). As únicas alterações visuais que eu vejo é nos pneus, nomeadamente nas travagens queimadas e na relva que apanham.

Em segundo lugar, que o circuito do Texas vai ser bastante divertido para os pilotos, com muitas zonas a requererem a atenção e controlo, mas não vejo muitas oportunidades para ultrapassagens, o que, tendo em conta o fato de ser a penúltima corrida do ano e de este campeonato estar muito próximo, poderá dar um final anti-climático ao campeonato (antes desta é o GP de Abu Dhabi)…





Best of Motorsport

4 06 2012

A maioria das pessoas que se interessam por automobilismo tiveram por norma um interesse em carros. Parece uma conclusão bastante óbvia, eu sei, mas eu por exemplo tive um caminho um pouco diferente.

Desde que me consigo lembrar, recordo-me de ouvir o meu pai e o meu tio a falarem sobre a Fórmula 1, e de ver os desenhos (extremamente bem feitos, por sinal) deles dos F1 da época, feitos nos anos 70 e 80 com Jackie Stewart, Ligier, e mesmo alguns Vaillant…

E assim sempre me interessei muito pela F1, e levou a que até há poucos anos atrás eu nunca me tivesse interessado minimamente por nada no que toca a carros para além da F1. Quando comecei o blog, comecei a interessar-me cada vez mais pelas restantes categorias, e procurei ver algumas corridas destas.

Confesso que continuo a preferir a F1 sobre qualquer outra categoria, mas consegui ganhar gosto pelo WTCC e ainda mais pela Indycar. Foi mesmo por isso que este ano decidi ver as famosas 500 milhas de Indianápolis, e devo confessar que não desgostei nada. Se bem que preferia ter visto Sato a vencer, mas fica para a próxima.

A corrida de ontem também foi bastante engraçada de assistir, com a vitória de Scott Dixon, que sem dúvida a mereceu inteiramente. Mas ficou só a questão do asfalto se ter desintegrado por completo, forçando a corrida a uma interrupção para consertar os danos. Para uma categoria que tende a ser a F1 dos EUA, fica um certo ar de amadorismo, piorado pelo fato de ter sido em Detroit, a casa do automobilismo americano…

Mas fica o reconhecimento de que a Indy é uma das mais divertidas categorias de desporto automóvel atual.





O fim do europocêntrismo

1 03 2012

Nós os Europeus temos uma característica muito engraçada. Temos o grande hábito de sermos muitíssimo orgulhosos no que toca ao papel que este pequeno continente teve no desenrolar da história, ao mesmo tempo que, no entanto, nos julgamos superiores uns aos outros entre nós.

O melhor exemplo desta situação é a União Europeia. A ideia de formarmos uma união capaz de vincar a nossa posição contra as duas principais super-potências, embora faça um grande sentido no papel, não resultam. Pergunte a qualquer americano de onde vem, e ele dirá sempre EUA, independentemente do Estado. Pergunte a um Europeu de onde vem, e ele jamais dirá que é europeu… Porque antes de se considerar europeu, ele dirá orgulhosamente ser britânico, francês ou alemão. Vejam o que acontece à Grécia. “Problema vosso, não temos nada a ver com isso”!

Os europeus já não têm tanto peso no Mundo quanto tiveram. Mas existem algumas áreas em que ainda conseguimos manter a nossa importância. No desporto, por exemplo. Mas nem isso nos tem valido em tempos mais recentes. O mundial da FIFA vai para o Qatar que é tão apropriado para a competição quanto o parque da minha rua, e a F1 está continuamente a afastar-se do continente europeu, em busca do mercado americano, e das novas economias emergentes asiáticas.

Confesso que me incluo no grupo de pessoas que pensa assim. Os carros europeus são em 99% das ocasiões melhores que os americanos, e a NASCAR, por muito que seja exigente e desafiadora do ponto de vista de um piloto, é-me completamente desinteressante de assistir. Mas é preciso admitir quando os yanks acertam com as coisas.

É aqui que entra a IndyCar. Para os americanos (continente e não o país), este desporto tem bastante seguimento, mas para nós os europeus tem um tratamento bastante diferente. É aquela categoria, que os pobres americanos, como não conseguem no mundo a sério da F1, praticam e andam aos círculos… Já tive esta opinião, mas em retrospectiva admito estar redondamente enganado.

Enquanto a Fórmula 1 fica cada vez mais um clube privado de piranhas, é bastante curioso ver como a IndyCar se tem desenvolvido. Os pilotos são um bando de indivíduos que se dão bem no geral, e com uma abertura da parte do desporto que simplesmente não se vê na categoria de Ecclestone. E para mais este ano até já tenho por quem torcer com a entrada de Rubens Barrichello, recentemente confirmado pela KV Racing.

Por muito que os europeus gostem de se afirmar como os verdadeiros mentores do mundo, é preciso admitir que até no desporto temos muito que aprender com a categoria rainha dos monolugares nos States.





Alguns disparates

15 11 2011

Tem feito furor pelos vários blogs a notícia acerca das declarações de Bernie Ecclestone acerca da situação da construção da pista de Austin. Aparentemente o “anão tenebroso” andou a dizer que não conta muito que o GP dos EUA esteja pronto a tempo para a temporada de 2012. Escusado será dizer que os organizadores do circuito ficaram um pouco aborrecidos com isto…

Honestamente duvido seriamente das palavras de Ecclestone. Se a Índia e a Coreia foram prontas quando estavam claramente muito atrasadas, porque não haverão os EUA de fazer o mesmo?

Ainda não consegui compreender o porquê de dois GP’s no país, até porque a localização e o próprio layout da pista de New Jersey parece muito mais interessante do que a do Texas. Aliás, mesmo no que toca a automóveis os europeus estão mais avançados que os americanos, e isto não é eurocentrismo meu, é um facto verificado pela quase totalidade dos responsáveis pelos reviews.

Um deles é o controverso Jeremy Clarkson, que realiza pequenos filmes de 1h todos os anos, ainda que seja mais famoso pelo seu trabalho para o programa Top Gear. A totalidade deste filme pode ser vista no YouTube, esta é a primeira parte de um que se chama “The Good, the Bad and the Ugly” em que ele analisa se os EUA têm algum carro excelente pelos padrões europeus. Confesso que concordo com a conclusão dele…

PS: Sim, usei a notícia de Austin como desculpa para publicar isto… 😛





O “Uncle Sam” tem melhor oferta…

27 10 2011

A notícia não passou exatamente despercebida, mas mesmo assim vale a pena falar um pouco sobre ela. Os EUA vão ter, a partir de 2013, um segundo GP, e logo em Nova Iorque (New Jersey se quisermos ser específicos…) que era  local que Bernie Ecclestone tentava fazer a F1 visitar desde à 20 anos atrás.

O discurso dos chefes de equipa foi o que se esperava: estavam todos felicíssimos, porque poderão satisfazer assim muitos patrocinadores com o cenário da “Big Apple” no fundo. Fala-se ainda sobre o facto de que a presença tão densa da F1 nos EUA é uma boa maneira de tentar convencer os americanos a ganharem o gosto, aproveitando a ligeira perda de popularidade da IndyCar.

Contudo, existem alguns problemas com este paraíso que as equipas acreditam que uma segunda corrida nos “States” representa.

A pista de New Jersey.

Em primeiro lugar, fica a questão de se isto não representará o fim do GP do Canadá. A proximidade das duas corridas (geograficamente e, pelo que se conta, no calendário) significará que os americanos sentir-se-ão menos tentados a visitar o país vizinho, podendo levar a que os organizadores de Montreal se ressintam. Outra questão é se os EUA continuam a ser o ambiente livre de crise que se acha que são. Os americanos têm-se ressentido com a crise tal como os europeus, e prevê-se mesmo que sejam ultrapassados daqui a uns anos pela China, como a mais importante economia mundial.

Por último, e tendo em conta que o nos interessa mais é o lado desportivo, o mais importante, a pista. O circuito em si não tem nada de muito mal, lembra-me (coincidência, ou não?) Montreal, mas ninguém me tira da cabeça que os melhores circuitos são os que são criados “normalmente”, e não por encomenda como faz Bernie com (sempre ele…) Tilke.

Aliás, os dois circuitos com que os EUA vai acolher a Fórmula 1 são ambos feitos por Tilke… “Ah, mas isso é porque os americanos gostam é de ovais, e não têm pistas a sério!”, podem alguns pensar. É aí que se enganam. Na melhor representação da frase “Dá Deus nozes a quem não tem dentes” os EUA são abundantes nas melhores pistas do mundo… Não acreditam? Aqui vai:

A descida impressionante da Corkscrew.

Laguna Seca – a pista da Califórnia pode não ser muito longa, mas compensa isso ao ter algumas das curvas mais bem conseguidas do mundo. No fundo a pista nem é muito rápida, não há nenhum reta digna desse nome, e as curvas se virmos bem nem são daquelas complicadas de fazer bem. Como à uns tempos o Verde disse, “O circuito é um verdadeiro arroz com feijão. Mas é o arroz com feijão mais bem executado que você já comeu na sua vida”.

Esta é uma boa metáfora, pois a pista tem mesmo um certo ar de neutralidade, mas é muito interessante nalgumas passagens, com destaque para a famosa Corkscrew (saca-rolhas), que é uma das melhores do mundo. A juntar a isto pode-se também referir que a American Le Mans Series e a Moto GP correm por lá, e que na altura em que Phoenix entrou no calendário lutava com a pista da Califórnia para o fazer.

Infineon Raceway – sempre que penso nesta pista, fico com alguma pena de a Fórmula 1 nunca ter corrido por lá. A pista é cheia de curvas desafiantes, a maioria das quais cegas, uma secção de curvas de alta ao estilo de Silverstone, e uma 1ª curva muito estranha e difícil de fazer bem. É também, infelizmente, um dos circuitos mais perigosos que existe, portanto muito dificilmente estará na F1 nos próximos tempos…

Road Atlanta – a pista do Petit Le Mans. Road Atlanta tem uma sequência muito bem feita no início da prova com vários S’ relativamente rápidos que vão dar a duas curvas de 90º para a direita, ao melhor estilo das Lesmos de Monza. A fase final lembra a do novo Nurburgring: reta ligeiramente em curva, que acaba numa chicane, que faz uma direita para a reta da meta. E a comparação não era um insulto… Das pistas que digo aqui, é a que teria mais probabilidade de ir para ao calendário.

Road America – Se bem que Road America também é uma pista não tão fora dos padrões da F1 como se poderia pensar. Tem várias retas e algumas curvas interessantes, que não são tão fáceis como inicialmente o piloto pensa ao entrar.

Deu para ver pelo tamanho das descrições que Laguna Seca é a minha favorita, mas coloquei mais três para demonstrar o disparate que é construir pistas novas num país que já as possui… Enfim, vejamos que surpresas nos esperam em Austin e New Jersey…

Atualização (29 Outubro) – Já está no YouTube uma versão da pista de New Jersey através do rFactor, que mostra os F1 na pista:





Com muita $egurança

3 06 2011

Foi hoje anunciado pela FIA, o conjunto de alterações aos calendários dos mundiais de Fórmula 1 e de Ralis, bem como a decisão acerca do GP Bahrain.

E sobre este último ponto, tal como na decisão do ano passado acerca da punição à Ferrari, na sequência dos acontecimentos em Hockenheim, a FIA mostrou até que ponto se degradou em nome do dinheiro. O GP bahrenita vai ocupar o lugar no calendário que estava reservado ao GP da Índia, sendo que não foi definido quando se irá colocar a estreia do circuito de Jaypee na F1.

Motivos de $egurança ditaram o regresso do Bahrain...

Tenho que ser honesto quando digo que nunca tive tanta vergonha da Fórmula 1, nem mesmo aquando do Crashgate, ou de Hockenheim, ou do Stepneygate, senti tanto que a F1 se rebaixou por completo por mais um pouco de dinheiro. Ainda para mais tendo em conta os lucros que este desporto consegue, ficando a sensação de que a F1 a querer o Bahrain por 40 milhões de euros, é como ver um milionário à luta por uma moeda de um cêntimo…

O cúmulo disto é que foi dito que estavam reunidas as condições de segurança para a realização da corrida, no mesmo dia em que circulou a notícia de mais desacatos e repressão no país!

Sobre o calendário de 2012, há que notar a estreia do GP dos EUA, na pista de Austin. O total bastante falado de 21 corridas dificilmente se concretizará, visto que os GP’s da Europa e da Turquia ainda são incógnitas, pois o circuito de Valência não é do agrado dos pilotos ou fãs, e o circuito de Istambul, embora seja um grande circuito, não atraiu o público local, e não poderá comportar um aumento dos custos que Ecclestone quer.

Sobre o mundial de Ralis, há pouco a dizer: de ressaltar o regresso do Rali de Monte-Carlo, e a “prova longa” da Argentina, mas pouco mais.