O regresso da Minardi

1 04 2012

Em 2005 a Red Bull comprou a pequena Minardi. O objectivo desta segunda equipa dos austríacos seria o de ter uma nova base onde testar o valor dos seus jovens, antes de os colocar na equipa principal. Numa equipa que tinha Klien, Liuzzi e Speed para apenas uma vaga, dava bastante jeito algo como a Toro Rosso.

 

E dava ainda mais jeito, porque não traria muitos custos extra, graças à possibilidade dos carros clientes.

No entanto com a abolição dos carros clientes, e com o programa de jovens da Red Bull a apenas apresentar como um futuro campeão Vettel (queimando muitos outros que considerou não serem talentosos o suficiente), Dietrich Mateschitz tem reconsiderado a existência da equipa italiana.

Por essa razão, o austríaco acordou hoje a venda da equipa de Faenza à Aabar, que já detinha acções da equipa (e colocou, entre outros, a patrocínio da Cepsa), que conseguiu garantir a permissão de Giancarlo Minardi, para renomear a equipa para Minardi, e garantir assim um pouco de publicidade extra.

O presidente da Aabar, Mohamed Hamad Al Mehairi, afirmou que “a Minardi sempre foi uma equipa com um grande carinho da parte do público, pelo que me pareceu uma excelente ideia reavivá-la”. O árabe brincou ainda dizendo que “se tivermos maus resultados, podemos sempre dizer que só estamos a cumprir a tradição!”.

O novo nome e identidade apenas serão tomados em 2013, sendo que no que toca aos pilotos se tem especulado com os nomes de Felipe Massa ou Mark Webber, e para o segundo lugar foi garantido que será entregue a um dos actuais jovens da Red Bull (Ricciardo e Vergne).

Veja aqui a conferência em que foi anunciada esta decisão.

 

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Touros exigentes

15 12 2011

À algum tempo atrás escrevi um post em que tinha mostrado o meu desprazer para com a Red Bull. O principal problema, para mim, dos austríacos é o facto de não terem qualquer ligação ao mundo automóvel, ou seja, caso os resultados desapareçam não será muito provável que Dietrich Mateschitz continue a financiar a equipa. Simplesmente não existirão quaisquer impedimentos de tradição ou de necessidades de justificar o envolvimento.

O que dizer então da segunda equipa, a Toro Rosso?

2006, o primeiro ano da Toro Rosso.

Quando a Minardi foi comprada em 2005 pela Red Bull, foi decidido que a equipa se tornaria a equipa B deles, o que significaria que os pilotos da equipa eram os principais candidatos a vagas que pudessem abrir na equipa principal. Os escolhidos para os dois primeiros anos foram Liuzzi e Speed.

O primeiro não tinha tido a oportunidade prometida em 2005 (quando era suposto ir trocando com Klien), e por isso a primeira vaga foi sua. Tonio acabou por não corresponder às expectativas e no fim de 2007 não lhe renovaram o contrato. Sempre foi uma melhor experiência que a de Speed, que a meio do segundo ano foi despedido por não ser particularmente rápido, e muito….. americano.

Depois disso, mais 4 passaram pelo lugar de titular. O melhor de todos foi claramente Vettel. O mais novo bi-campeão mundial foi talvez o único caso de um piloto verdadeiramente excepcional na equipa. O alemão foi até agora o único promovido. Bem se queixou Alguersuari este ano que a renovação de Webber era mais um atraso na “ascensão” na F1.

É que a fé no programa de jovens da Red Bull tem que ser mesmo total. O que eu estou a tentar dizer é que não pode haver qualquer contacto entre os seus pilotos e outras equipas. Na maior parte das ocasiões fica complicado aos jovens “touros” de conseguirem safar-se caso fiquem sem o seu lugar.

Vettel, o único exemplo de sucesso.

Daí que se possa concluir que o que os italianos fizeram ontem a Buemi e Alguersuari foi simplesmente uma vergonha. Se não iam aproveitar nenhum deles, apenas estiveram a mostrar-lhes um osso ao longo do ano (permanência) para depois o darem a outros dois. E a juntar a isto ainda esperaram pela altura em que quase todos as vagas no mercado estão fechadas, e as poucas que sobram são concorridas por pilotos com apoios grandes.

Bem se pode compreender, por exemplo, como Felipe Nasr recusou a oferta de integrar a academia de jovens da equipa. É que embora dêem a hipótese de ingressar na F1, quando lá chegam são autênticos reféns de Helmut Marko, que apenas vê à sua frente os campeões e o resto (esteve mesmo para despedir Vettel, quando ele “só” chegou em 5º na sua primeira temporada de F3…). Para além do tratamento de lixo quando já não os querem (como o despedimento de Bourdais por SMS).

Os escolhidos para substituir os dois titulares de 2011 foram Daniel Ricciardo, que já estava em preparação na HRT; e Jean-Éric Vergne. Estou a torcer pelo australiano, que está sempre a sorrir, e ainda porque o Vergne já se tinha começado a armar em bom à uns meses, a dizer que era tão bom quanto Webber…

Ricciardo e Vergne, os novos recrutas.





Muito pouco razoável

23 11 2011

Dois acontecimentos bem recentes dão a entender bem que a Fórmula 1 está com uma organização cada vez mais estranha. Primeiro, o teste dos jovens em Abu Dhabi, fortemente criticado pois metade dos participantes tinham terminado as suas temporadas em categorias de promoção fora do top 10. Segundo, a mais recente contratação da HRT, o espanhol Pedro de la Rosa.

Antes de analisar um pouco estes dois exemplos, vou simplesmente expor uma questão. Existem, teoricamente, 24 vagas para disputar o campeonato de F1. Tudo bem, um número aceitável. Mas não é bem assim…

Primeiro, é preciso retirar 4. Estes são os pilotos da Red Bull e Toro Rosso. Aqui ninguém fora da esfera de influência da marca energética pode entrar, e mesmo para quem está lá dentro, a situação nunca é confortável (Bourdais, Liuzzi, Klien, Albuquerque e outros que o digam). A McLaren está absolutamente fechada, a Mercedes só aceita di Resta se Schumacher desistir, e na Ferrari só entra uma super estrela ou um jovem do programa deles.

De la Rosa vai receber uma chance a titular.

Equipas de ponto fechadas. A Williams tem uma vaga bem selada pela PDVSA, a Force India tem os dois lugares basicamente decididos, a Sauber também, a Lotus também, a Virgin tem Glock até 2014 e agora a HRT com menos uma vaga. E assim 24 passam a 5… E até fui simpático, porque as que ficam são dois Renault (Barrichello e Grosjean, a minha aposta), a Williams está a tentar apanhar Raikkonen, a Virgin com Pic, e a HRT acaba por ser a única vaga disponível.

A partir daqui percebe-se logo muito. Não admira que as vagas estejam complicadas: são tão poucas que são incrivelmente concorridas, e ainda obrigam a que os pilotos tenham que trazer o equivalente ao EuroMilhões para poderem disputar 19 corridas, isto quando o mundo atravessa uma das mais graves crises de que há memória, e existem vários outros que tentam fazer o mesmo. Daí o nível de pilotos que foram ao teste dos jovens…

Nasr com o título de F3 Inglesa, mas com futuro incerto...

Já a contratação de Pedro de la Rosa pela HRT chega a ser um insulto. Gosto do espanhol, mas honestamente depois da experiência na Sauber ficou claro que ele já não tem a performance para competir. Mas o pior não é isso. É que mais uma vaga se fechou quando nas categorias inferiores os jovens se matam por oportunidades e patrocínios, é dito que Pedro vai receber 1 milhão de euros!

Já ouvi a questão de que a geração actual não é tão talentosa… Tretas! Charles Pic, Jules Bianchi, Estebán Gutiérrez, Marcus Ericsson, Valtteri Bottas, James Calado, Alexander Sims, António Félix da Costa, Nigel Melker, Felipe Nasr, Roberto Mehri, Daniel Juncadella, Robert Wickens. Apenas o início de uma grande lista.

É que para Schumacher ter a sua reforma dourada, para Massa ser um coitadinho a pastelar no seu Ferrari, e para o Hugo Chávez ficar feliz de ver a Venezuela na F1, poderemos nunca ver o génio da lista dos que estão acima num F1 por isto…





Guess who…

31 10 2011

Adivinhem… Pois é, Sebastian Vettel voltou a triunfar pela 11ª vez. Isto significa que em 2011 o alemão ganhou mais corridas do que nas suas anteriores temporadas… juntas! Confesso que no início do ano ainda tinha a crença de que Vettel não estaria a ganhar se tivesse um carro ao mesmo nível do dos adversários, mas depois das mais recentes exibições (como a ultrapassagem a Alonso em Monza) confesso já não ter tanta certeza…

Outra ideia minha do início do ano que não se verificou foi sobre a pista de Jaypee. Na altura achei que a pista nos daria uma grande corrida, mas pelos vistos não deu. Ainda que seja, talvez, a melhor pista feita por Tilke, no que toca a ultrapassagens ficou bastante aquém das expectativas, e nem com duas zonas de DRS se conseguiu dar emoção… Já ouvi dizer que isto se deveu, principalmente, por causa da quantidade de poeira que estava fora da trajectória ideal, portanto vejamos se para 2012 se lembram de a limpar antes.

Os olhares de Button e Alonso dizem tudo...

Aliás, o melhor momento da corrida foi mesma a extraordinária reacção de Rowan Atkinson ao incidente entre Massa e Hamilton. Isso mesmo, estes dois decidiram trocar mais um pouco de tinta entre o Ferrari e o McLaren… Desta vez aconteceu quando o inglês estava a colocar-se em posição de ultrapassar, e o brasileiro cortou-lhe a trajectória, mas Lewis não teve tempo de reagir. Concordo com a penalização a Massa, porque desta vez Hamilton, embora tenha arriscado muito, tinha já o nariz a menos de meio carro do de Felipe, e o brasileiro não podia esperar que ele simplesmente desaparecesse…

Sobre o Hamilton já ouvi alguém dizer meio a brincar que ele anda armado em Senna desde que viu o documentário. Isso deixou-me a pensar em algo. O Top Gear há algum tempo fez um vídeo de tributo a Senna, no qual Martin Brundle explica a técnica de Senna para ultrapassar:

“Ele habitualmente punha-nos numa posição em que iríamos ter um acidente, e deixava-nos a nós decidir de ter esse acidente ou não (…), e se não tivéssemos o acidente, estavas psicologicamente acabado. Ele então saberia que sempre que fizesse aquilo tu o deixarias passar.”

E é aqui que se pode tirar duas conclusões. Primeiro, não se pode fazer a todos os pilotos. Webber fez isso na Eau Rouge a Alonso este ano, e mais tarde disse que o fez pois confiava em Alonso para que este fosse sensato. E não num Felipe Massa que pilota mais com o coração que com a cabeça, por assim dizer. Em segundo, que Hamilton ainda não goza do respeito que Senna tinha nos adversários. Ninguém teme a sua aproximação. É simplesmente um adversário a ser combatido, o que Lewis não consegue aceitar…

Enfim, desviei-me um pouco do assunto. Mas também a única coisa importante depois disto foi a boa forma dos Mercedes, e a luta cada vez mais próxima pelo sexto lugar entre Sauber, Force India e Toro Rosso.

Actualização: Já me esquecia, feliz dia das bruxas! Fiquem com a mais assustadora história de Halloween de 2008 no vídeo abaixo.

Veja os resultados completos.





Esqueçam…

12 09 2011

Lembram-se daquela réstia de esperança, de que se calhar o campeonato ainda não estava decidido? Esqueçam… Sebastian Vettel conquista a oitava corrida do ano (a primeira vez que alguém consegue mais de 7 desde Schumacher), e logo naquele que era em teoria o pior circuito do calendário para a Red Bull. Apesar de tudo, o alemão não se limitou a controlar a distância, e teve que passar Alonso por fora na Curva Grande, pondo duas rodas na relva a quase 300 km/h… Com que então ele não se dava bem em disputas!

A luta pelo vice está bem mais animada. Alonso partiu bem e passou grande parte da corrida em segundo, e acabou em terceiro, mesmo com a pressão de Hamilton nas voltas finais. Schumacher também surpreendeu, aguentando Lewis atrás de si inúmeras voltas, roçando muitas vezes os limites do que deveria fazer, ao ponto de Ross Brawn o ter chamado à atenção duas vezes para deixar mais espaço.

Vitória inesperada de Vettel... a sério!

Mas o melhor foram mesmo os dois McLaren: Hamilton pressionava há muito Schumi, mas este fechou-lhe a porta, e enquanto Lewis recuperava, Button passou. O seu companheiro de equipa foi muito mais rápido e passou Michael à primeira, o que deve ter sido no mínimo irritante para o companheiro de equipa…

Mais atrás, Massa acabou longe de todos, ainda que depois de um toque; Alguersuari e di Resta estiveram em grande nível para dar a Toro Rosso e Force India, respectivamente, uma grande quantidade de pontos. Senna acabou por estar bastante bem, com uma ultrapassagem brilhante a Buemi, para conquistar os primeiros pontos da carreira.

Um grande número de abandonos, principalmente devido ao facto de Liuzzi ter perdido o controlo do HRT, e voado em direcção a Petrov e Rosberg, acabando com as corridas deles logo na primeira volta… Ainda culpou o Kovalainen sem se perceber bem como. Por último: nem com apenas 15 carros a acabar a corrida a Williams pontua, está mesmo má a situação da equipa…

Veja os resultados completos.





Quem o viu, e quem o vê

6 09 2011

Actualmente, já todos estamos francamente fartos do domínio exercido por Sebastian Vettel ao longo deste campeonato de 2011. 7 vitórias em apenas 12 corridas, e apenas 1 corrida fora do pódio fizeram com que o alemão que apenas tinha liderado em 2010 uma prova (ainda que a mais importante, a última), esteja agora a poucas corridas de se sagrar bi-campeão. Confesso que já me mentalizei que ele o vai ser apesar de ainda faltarem 7 provas para o fim, o máximo que posso fazer é esperar que em 2012 seja o ano do Button, novamente…

Mas quando começou Vettel a exercer um domínio tão avassalador sobre a concorrência, ao ponto de que quase todos os fãs da F1 estejam a desejar que ele comece a ter problemas? Ainda se lembram quando o gigante era pequeno e fez todos vibrar com ele na sua primeira vitória?

Há quase exactos 3 anos, Sebastian Vettel surpreendia tudo e todos ao fazer pole position e vencer o GP de Itália debaixo de chuva intensa. Era incrível o conjunto de circunstâncias que envolvia a situação: no circuito italiano, a Toro Rosso, italiana, e a sucessora da histórica Minardi vencia a sua primeira corrida de sempre (e até agora única), e fazia-o (sem nós sabermos) com o futuro bi-campeão mundial que arrasa este ano a concorrência. É com estas imagens que penso que é muito melhor ter este alemão a dominar e não Schumacher…

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Algumas pequenas notas, mais ou menos relacionadas com o que está acima vão surgir.

Este post foi escrito por mim, não apenas para falar de Vettel e de Monza (que é a próxima corrida), mas também para aproveitar e divulgar este canal do YouTube, o classicosf1, que todos os dias mostra novas imagens com a história da F1 para todos podermos ver ou rever. Pelo menos enquanto a FOM não se encarregar de o eliminar…

Já merecia que a Mercedes fizesse um bom trabalho, não?

Outra questão é a das primeiras vitórias. Após uma pequena reflexão apercebi-me que já desde Vettel (e se excluirmos Webber, que tinha um dos dois melhores carros do grid em 2009) nunca mais vimos um piloto a vencer pela primeira vez. Não calharia bem ver uma cara nova no lugar mais alto do pódio? Especialmente o Rosberg e o Kobayashi que já merecem uma cada, pelo menos.

Por último, destaque para o facto de a Aabar Investments ter 40% da Toro Rosso, e de ter vindo a colocar logos das suas marcas nos carros italianos. A equipa prepara-se para dar um salto de qualidade com melhorias nas instalações, ainda que sem interferência dos árabes nos aspectos admnistrativos. Ou seja, a Toro Rosso vai continuar a treinar recrutas para a Red Bull, e a servir para publicitar a marca de Dietrich Mateschitz. A única diferença poderá ser a performance.





Quando chove…

1 08 2011

Lembro-me de, antes desta corrida ter começado, ter pensado que estava prestes a perder 1h30 da minha vida a olhar para uma autêntica procissão a 300 à hora. Felizmente não poderia estar mais errado. A verdade é que quando chove a pista de Hungaroring transforma-se numa das melhores do mundo, devido à sua configuração que quase se assemelha a uma pista de karting, com a sua largura mais pequena que o habitual.

E, novamente, o vencedor de uma corrida entre o molhado e o seco foi Jenson Button. O britânico acabou por vencer o seu 200º GP no local onde conquistara à 5 anos a sua primeira vitória, ainda que tenha beneficiado de um erro de estratégia (e drive-through) do seu companheiro de equipa. A luta entre Button e Hamilton foi um dos melhores momentos do fim-de-semana, pois foi possível vê-los a darem tudo por tudo, e a darem o mínimo de espaço possível um ao outro, sem, no entanto, alguma vez terem estado prestes a provocar 0 abandono do outro. O respeito entre ambos foi o suficiente para não passarem os limites da razão, e mostraram à Red Bull (a equipa supostamente mais “liberal” do grid) que nã0 há problema algum em lutas entre pilotos da mesma equipa, desde que se saibam comportar…

Button ganha novamente na Hungria... e na chuva.

Falando da Red Bull, Webber teve uma corrida bastante apagada, acabando por perder o duelo com Hamilton; enquanto Vettel, mais uma vez, ficou logo em segundo, ampliando a sua já extensa vantagem no mundial. A Ferrari fez a sua corrida habitual: Alonso no lugar mais baixo do pódio, e Massa a ficar o pior das três melhores equipas… Mesmo assim melhor que a Mercedes, que depois de uma excelente partida dos dois carros, acabou por conseguir apenas dois pontos! Schumacher, por parar mais tarde, acabou por liderar durante um curto (menos de uma volta completa) espaço de tempo, e acabou por abandonar, por uma razão que o Ron Groo descobriu

Contra todas as expectativas, a Toro Rosso parece estar a subir de forma cada vez mais, e na luta pela sobrevivência Buemi está novamente acima de Alguersuari. Force India confirmou a boa forma, com a melhor corrida de di Resta desde que está na F1. Sauber e Williams não conseguiram pontuar, enquanto a Renault também não, apesar do bom início de campeonato. Heidfeld sofreu um aparatoso abandono, com o R31 a pegar fogo novamente. Nas desculpas oficiais, a causa terá sido porque “o carro não está desenhado para estar tanto tempo em altas rotações”… Peço desculpa, mas é exactamente para isso que eles são desenhados! O que me parece é que o sistema de escapes da Renault não é dos mais seguros do grid.

No fundo, ambos os Lotus abandonaram com problemas mecânicos, Ricciardo impressionou a Hispania ao acabar uma volta à frente de Liuzzi, e na d’Ambrosio por pouco não fez um strike nos mecânicos ao perder o controlo no pitlane!

Veja os resultados completos.