A gota de água

24 03 2013

Ninguém poderá negar que o GP da Malásia deixará cicatrizes na Red Bull. Não deixa de ser curioso que num GP em que conquistou a dobradinha, a equipa austríaca está prestes a enfrentar a sua maior crise.

Já li de todas as mais variadas opiniões sobre o que aconteceu em Kuala Lumpur entre Webber e Vettel, desde que o australiano foi ingénuo, que o alemão fez apenas o que Webber já lhe tinha feito várias vezes antes (Silverstone 2011, por exemplo), ou ainda que Vettel fez muito bem porque não se poderá dar ao luxo de perder pontos às custas de um companheiro de equipa muito menos talentoso. E olhem que já o vi por aí descrito de maneiras ainda menos simpáticas…

Como não sou dono da verdade e o que vou dizer discorda de alguns dos bloggers que sigo e respeito, vou relembrar que isto é a minha interpretação: não foi verdadeiramente o incidente em si que deixou Webber transtornado, mas foi sim a gota de água de um copo já muito cheio.

Imagine ver o seu companheiro de equipa a vencer 3 títulos seguidos com o mesmo carro. Imagine ver um dos dirigentes da equipa a ser o manager desse companheiro. Imagine ser obrigado a ajudá-lo, cedendo de posições, atrasando adversários, com “maintain the gap”. Imagine ver uma equipa inteira perdoar o coitado quando ele faz mal, e receber raspanetes do patrão quando é consigo. E agora imagine o que aconteceu hoje.

Não tenho dúvidas que quando Mark diz que vai para a Austrália para surfar e pensar no assunto não é só discurso para a imprensa, é mesmo a sério. Afinal aos 36 anos poderá chegar à mesma conclusão que Danny Glover

Mas o mais interessante (visto objetivamente, pelo menos) foi mesmo observar a reação de Sebastian Vettel à situação. Apesar do pedido de “desculpas” era notória a expressão desinteressada do piloto, que provavelmente teria tomado a atitude a conselho de Christian Horner, indicando que realmente estava arrependido, mas de ter causado alguns danos à sua imagem e não de realmente achar ter feito algo errado.

E para que fique claro, o que eu considero errado não foi o alemão não ter aceite a ordem de equipa e querer lutar de igual para igual, a questão é que Vettel queria uma ordem de equipa “contra” Webber e quando esta não ocorreu decidiu desobedecer a uma direccionada a si mesmo!

No geral observou-se algo que eu desconfiava à algum tempo: embora empregue muitas vezes o discurso de trabalhar para a equipa para justificar ordens de equipa em seu favor, Vettel toma a atitude mais egoíta quando é a sua vez de as acatar. Até porque é muito mais fácil pedir desculpas que permissão…

Vettel assumiu-se hoje como um piloto calculista e frio. E é por isso que é um tri-campeão mundial e se assume como o sucessor do ídolo Michael Schumacher, com quem cada vez mais se assemelha. Para o bem e para o mal…





Por detrás das camâras

9 07 2012

Embora tenha perdido as suas regalias de transmissão no Reino Unido para a Sky, a BBC continua com metade das transmissões a passar, e pelo que se tem visto, com conteúdos divertidíssimos.

Depois do famoso anúncio de como é a vida de um piloto de F1, do berço ao carro de competição, no mesmo GP (Mónaco), a emissora colocou a Lewis Hamilton e Jenson Button a tarefa de dirigir uma mini-transmissão, com Hamilton a orientar Button nas entrevistas.

Entrevistam Martin Whitmarsh e Mark Webber. O último rendeu o melhor momento, pois Lewis disse a Jenson na brincadeira: “diz que tu estás muito orgulhoso de trabalhares com o melhor piloto do mundo e pergunta-lhe como é com ele”. Só que Button não entende bem e pergunta a Webber “como é trabalhar com o melhor piloto do mundo?”… A reação do australiano é simplesmente brilhante! xD





Die Zukunft*

28 06 2012

* O Futuro

Depois de duas temporadas em que as 4 principais equipas não realizaram qualquer alteração no seu line-up de pilotos, a imprensa tem vindo a dar asas à sua imaginação, criando os mais rocambolescos cenários que se possam imaginar, na ausência de verdadeiras notícias dignas desse nome.

A mais recente criação diz respeito ao bi-campeão mundial Sebastian Vettel. Tem-se vindo a “noticiar” (entre aspas porque nem se podem classificar de notícias) que o alemão teria um acordo com a Ferrari para se tornar companheiro de equipa de Alonso a partir de 2014. O rumor começou por Stefano Domenicalli ter dito que os dois campeões poderiam coexistir, e com Alonso a dizer que não se importaria de o ter como companheiro.

Sinceramente? Não tem pés nem cabeça… Sebastian Vettel não é o tipo de piloto que gosta especialmente de desafios. A sua situação ideal é a de acumular vitórias, liderar corridas de princípio a fim, ter o melhor carro à sua disposição, e uma equipa inteira a apoiá-lo.

Analisemos agora a Ferrari. Começou o ano com um carro patético, e só à custa de muito suor de Alonso conseguiram amealhar duas vitórias, logo porquê sair de uma equipa que tem o hábito de acertar sempre com o carro? Depois há ainda a questão de Alonso. Não só o espanhol, mas também o alemão, não têm um historial muito bom quando os companheiros lhes começam a dar trabalho, pelo que não duraria muito uma “paz” entre dois pilotos que se consideram os melhores e que não têm o hábito de serem… graciosos nas derrotas.

Já para não falar do facto de ambos terem nas suas atuais equipas um tratamento de reis e senhores, sendo que nenhum deles estaria interessado em ter as atenções divididas no seio de uma equipa. Aliás quando Alonso se mostra interessado em dividir a equipa com Vettel, não deixo de ter a impressão de que ele quer mais dizer que gostaria de vencer Vettel com equipamento igual, para provar que é melhor…

E em todo o caso a alteração de que eles falam apenas teria algum efeito daqui a 2 anos, e muito provavelmente nem acontecerá. Pelo menos antes do final do contrato de Alonso terminar.

Todos parecem ignorar é outra vaga que tem grande potencial de ficar disponível, e que caso não fique poderá levar a alguns casos pendentes. Falo da atual vaga de Michael Schumacher.

O alemão tem vindo a expressar o seu desejo de permanecer em competição ao serviço da Mercedes, no entanto desde o seu regresso que não tinha vindo a apresentar resultados. Só que em 2012 o alemão tem vindo a mostrar um ritmo muito mais elevado que nos anteriores, e embora esteja com apenas 17 pontos (contra 75 de Rosberg) tem estado em boa forma, devendo-se a esmagadora maioria dos seus abandonos a problemas mecânicos.

Uma coisa parece certa: 2012 dificilmente será o ano da 8ª consagração de Schumacher, o que nos leva a ponderar se ele estará a pensar em prolongar a sua carreira (e por quanto tempo). É que ter Schumacher como relações públicas deve estar a dar um bom dinheiro à Mercedes, e com a sua subida de forma, fica mais fácil argumentar junto da casa-mãe a manutenção do hepta-campeão mundial.

O que não deixa de ter repercussões no mercado de pilotos. Já se falou várias vezes que os alemães estariam interessados nos serviços de Hamilton ou Vettel, aliciando-os com salários elevados, ou então do seu protegido Paul di Resta, que espera pacientemente na Force India, já para não falar do trio de jovens (Merhi, Vietoris e Wickens) que recentemente acolheram.

Assim temos uma das equipas de topo fechadas, olhemos agora para outras que já venceram este ano. A Red Bull manterá Vettel, e Webber já disse que só saía se deixasse de haver performance na equipa. A McLaren não deverá mexer. A Ferrari, na ânsia de dar um companheiro que não chateie Alonso e com os rumores de Vettel, poderá mesmo ter que optar por manter Massa. A Williams manterá um dos seus pilotos atuais, e dará lugar a Bottas.

Assim, a vaga que mais hipóteses tem de ficar livre ainda é a da Mercedes. O que não é também muito provável. O futuro mais próximo parece não trazer alterações nenhumas, mesmo…





Mania das grandezas

28 03 2012

Após o final da temporada de 2011, quando perguntaram a Fernando Alonso quem ele considerava o seu principal adversário para nova temporada, o espanhol disse que iria observar atentamente os tempos que Lewis Hamilton faria, porque já tinha visto o inglês a vencer sem ter o melhor carro.

A razão para ele ter excluído o bi-campeão Vettel devia-se, como Alonso disse, ao facto de ainda não ter visto o alemão a andar mais que o carro. E, aparentemente, nesta temporada Sebastian não tem um carro tão dominador quanto os dos últimos anos. E decididamente não tem impressionado…

O melhor exemplo disto foi a entrevista de Vettel após o GP da Malásia. Estando em quarto lugar, e prestes a dar uma volta de avanço a Narain Karthikeyan, o alemão curvou cedo demais a dobrá-lo, furando um dos seus pneus (um pouco como o que aconteceu no GP da Turquia de 2010). Na entrevista que se seguiu à BBC, no entanto, chamou ao indiano idiota, e Christian Horner foi por um discurso semelhante, defendendo que Karthikeyan tinha um carro muito mais lento e por isso era ele quem tinha que ter cuidado.

Não deixa de ser curiosa esta atitude dos dois. O RB8 não parece ter o nível de domínio que os seus mais recentes antecessores, e pelos vistos a Red Bull não tem conseguido lidar bem com isso. Para uma equipa que se habituou muito rapidamente a vitórias e poles constantemente ao longo das temporadas mais recentes e que conta com o génio da aerodinâmica que é Adrian Newey, ver os adversários a conseguirem andar a um ritmo mais forte, para além de desagradável, é completamente inesperado.

E para um piloto que venceu os dois últimos campeonatos do mundo, ver-se batido por Mark Webber, ao qual se tinha superiorizado com muita facilidade em 2011, é sempre motivo para frustração. Aliás, se nos lembrarmos bem, a última vez que o alemão se viu com concorrência a sério foi em 2010, ano em que fez alguns dos maiores erros da sua carreira (chegando a ser apelidado de “Crash Kid” por Martin Whitmarsh, após o acidente com Button). E, pelos vistos, não está a gostar nada da pressão…

A reacção de Horner, no entanto, chega a ser hipócrita. À apenas 4 anos, a sua equipa festejava a simples conquista de pontos, e levava constantemente voltas de avanço. Por isso, ficar a dizer mal sobre os retardatários assim já seria mau, mas dizer mal quando a culpa até foi bastante do seu piloto roça a estupidez.

Já tinha expresso anteriormente a minha opinião sobre a Red Bull, e acho que a cada dia que passa os austríacos estão cada vez mais com a mania das grandezas, agindo como se, tal como a McLaren ou Ferrari, tivessem uma grande lista de sucessos em que baseá-la, quando na verdade nem 10 anos têm. E a juntar a isto, é bom lembrar porque a Red Bull tinha popularidade no seu início: pelo pensamento descontraído e atitude de diversão…





O touro do ano

28 11 2011

Até meio do ano confesso que mantive a convicção de que Sebastian Vettel estava a vencer por causa do carro. Lembro-me do GP do Canadá em que Seb simplesmente cedeu sob a pressão de Jenson Button nas condições difíceis provocadas pela chuva. A juntar a isto havia também algo que os comentadores também notavam, que o alemão parecia apenas conseguir vencer quando partia de pole (aliás, ele tem mais poles que vitórias). No entanto chegou a altura de pedir desculpas, e voltar atrás no que disse.

Quando venceu o título em 2010, tinha-o feito de uma maneira que ainda levantava dúvidas acerca de ser verdadeiramente o melhor do ano. Afinal poucos meses antes tinha sido apelidado por Martin Whitmarsh como o “Crash Kid”, pela maneira estranha como causou o acidente com Button. Mas o alemão, em vez de mandar bocas, decidiu que fosse a condução dele a responder à altura…

A vitória no Mónaco, talvez a mais difícil.

8 corridas com 6 vitórias e 2 segundos lugares. E não foram todas tão fáceis como a estatística faz parecer. As margens foram mínimas na maioria das corridas, em Montmeló teve que aguentar uma grande pressão de Lewis Hamilton no final, e no Mónaco arriscou uma estratégia em que tinha muito a perder para vencer, e embora tenha tido alguma sorte, esteve absolutamente brilhante a aguentar os forcings de Alonso e Button. E depois da derrota (acabou em segundo, mesmo assim…) de Montreal, cilindrou os adversários no GP da Europa.

Aí começou um período de relativamente menor sucesso em que mesmo assim só ficou fora do pódio uma vez no seu GP caseiro. Começaram de novo as vozes (algumas minhas…) de que ele não aguentava bem a pressão quando não partia da frente ou o carro fosse veloz.

“A era de domínio do Sebastian Vettel acabou”, disse Webber. Foi quando chegaram as provas de Spa e Monza, em que a Red Bull raramente se dava bem. Duas vitórias bem saborosos para ele. Uma delas em dobradinha com Mark Webber! Mas o melhor foi mesmo quando nas primeiras voltas de Monza o alemão ultrapassou Alonso. Não precisava de o fazer, podia ter-se poupado, ninguém o teria atacado por isso… Mas não. Na Curva Grande, Alonso dá um “chega pra lá”, Vettel vai com a faca nos dentes, duas rodas na relva a 320 km/h, devolve o “chega pra lá”, passa o Ferrari na frente dos tiffosi, e “ciao” Fernando. Simplesmente brilhante!

Nova vitória em Singapura… Acabou o domínio? Tá bem, tá! No Japão os festejos do título foram um pouco contidos por causa de “apenas” ter chegado em 3º, mas na Coreia festejou muito o título dele e da Red Bull nos construtores. E mais uma na Índia… E só não foi Abu Dhabi porque teve um furo nas primeiras curvas. Um piloto normal teria ido logo para casa, mas Vettel ficou e procurou arranjar uma explicação.

E agora na ronda brasileira, acabou por entregar a vitória a Webber devido a um problema da caixa de velocidades, em que soube gerir de forma inacreditável o problema para chegar em 2º, para espanto da equipa que esperava que o carro ficasse pelo caminho…

Não à volta a dar este foi o ano do touro Vettel, e se deixou dúvidas em 2010, em 2011 ninguém pode duvidar. Como acusá-lo de só saber ganhar da frente e de arriscar pouco, quando revemos a manobra de Monza? Como acusá-lo de ser um puto mimado, quando depois do abandono fica com a equipa a discutir o que ocorreu e como evitá-lo? Como dizer que é só carro, se Webber ficou para trás este ano (e não me venham dizer que foi Mark que piorou, Vettel é que melhorou de maneira incrível…)?

Japão.

Para mim um momento que explica bastante foi na conferência depois do GP do Reino Unido. Webber atacara Vettel até ao fim, ignorando as ordens da Red Bull para manter a distância… Se fosse que Alonso havia logo o discurso de que a equipa é que era importante e o companheiro devia ter obedecido, Hamilton teria reclamado (Turquia 2010), e Schumacher teria dado uma resposta aborrecida e conciliadora. E Vettel? “Se fosse comigo tinha feito o mesmo que o Mark”…

Mais palavras para quê? Parabéns, Sebastian Vettel, mereceste.





Killer instinct

16 11 2011

“Killer instinct”, para quem não sabe, é o que os ingleses chamam àquela chama que as pessoas têm para atacar, nunca desistir, sempre. E é aquilo que à uns meses Mark Webber disse que as mulheres não tinham para o automobilismo. Já é uma opinião comum entre alguns pilotos de que as mulheres simplesmente não conseguem ser competitivas no mundo dos automóveis. Discordo.

Honestamente não vou nessa conversa, nem da da questão da força. Há direcção assistida (o Trulli reclama quando não há), e agressividade é uma coisa que não é ditada pelo sexo. E há alguns exemplos de mulheres que têm conseguido afirmar-se, como a Danica Patrick, que é razoavelmente competitiva na IndyCar (ainda que vá mudar para a NASCAR), ou a Bia Figueiredo que tem subido nos escalões nos monolugares na América (e venceu uma das provas do Desafio das Estrelas, organizado por Felipe Massa).

Danica Patrick na sua vitória em Motegi.

Ainda que haja quem prefira ver as mulheres relegadas ao papel de “grid girls” no mundo automóvel, existem alguns que defendem o oposto como eu. Um deles é, curiosamente, Jeremy Clarkson, que embora seja bastante radical nas suas opiniões, consegue estar bastante certo nesta questão. Para além de uma crítica no programa Top Gear, escreveu à dois anos um artigo bastante interessante. Seguem-se as passagens mais interessantes:

“Em Agosto, eu e o chefe do Top Gear, Andy Wilman, fomos a Edimburgo dar uma conferência a membros dos media sobre porque o Top Gear continua a bater recordes na 14ª temporada (…). Decidimos fazer uma sessão de pergunta-resposta.

“E eis as perguntas: Porque não há uma mulher apresentadora? Porque é que só há mulheres bonitas na frente da audiência? Porque é que metade da audiência são mulheres? (…) Alguma vez a BBC vos pediu para colocarem uma apresentadora feminina?

“Haviam, na verdade, muitas perguntas sobre mulheres. Tantas que nem tiveram tempo de nos chatear com o aquecimento global.

“O problema é que os executivos de TV puseram na cabeça que se um apresentador é loiro de olhos azuis e heterrosexual, o outro tem que ser uma negra islâmica lésbica. Giz e queijo, dizem eles funciona. E nós temos ganho prémios com o Top Gear durante seis anos com queijo e queijo. Isto confunde-os. (…)

“Ao contrário de furiosas feministas eu não faço distinções entre homens e mulheres. Excepto na cama, onde convém mesmo ver as diferenças.

“O pior condutor do mundo é o director de estúdio do Top Gear. Ponham-no num aeródromo com um carro e ele vai-lhe bater. Eu sei. Já o vi fazê-lo. (…) E ele tem um escroto.

“Vicki Butler-Henderson, por outro lado, não tem um escroto. Vocês conhecem-na como apresentadora do Fifth Gear. (…) Eu estava num Aston Martin DBS e ela um Ferrari California. Tínhamos grande parte de Silverstone para brincar. Eu devia ter-lhe dado uma tareia. Tinha mais 4 cilindros, mais um milhão de cavalos, e mais dois testículos. Mas eu não consegui. Nem me consegui aproximar.

“Ela conseguia por o grande e branco Fezza para as curvas e aguentá-lo nos deslizes mais gloriosos, enquanto eu estava a gritar na relva, a apontar para o lado errado. (…)

“E graças a Vicki, nós sabemos que há mulheres que conduzem bem. Sabemos também que muitas se interessam por carros. E que milhões delas vêem a F1, por outras razões que não terem um fraquinho pelo Mark Webber.”

Clarkson refere-se a Vicki Butler-Henderson que ainda hoje apresenta o Fifth Gear com Tiff Needell e Jonny Smith (foi-se o Jason Plato). No último programa guiou o novo Ferrari 458 Italia Spider (descapotável). Vejam o vídeo e digam-me, honestamente, se acham que lhe falta algum killer instinct…





A sério?

29 10 2011

Após a conquista da pole position de Vettel e do segundo lugar (já que Hamilton levou uma penalização) de Mark Webber, um repórter perguntou ao alemão se iria dar a vitória ao australiano para que Mark pudesse garantir o segundo lugar. Seb desconversou, mas a ideia mantém-se depois de Christian Horner já ter dado indicações de que tal pode acontecer, o que faz com que Webber tenha uma razão para sorrir neste mundial…

A sério?