Troca de favoritismo

31 05 2011

Antes de mais tenho que dizer que não publiquei aqui no blog o que aconteceu na qualificação e na corrida, pois não as pude ver. Só pude ver a corrida ontem, e, lá me aconteceu outra vez, sempre que não vejo a F1, uma das melhores corridas de sempre acontece… Enfim, consegui “resguardar-me” das informações, e vi na 2ª feira a corrida, como se a estivesse a ver ao vivo, apenas sabendo os resultados da qualificação.

Foi uma grande corrida, não hajam dúvidas. Acidentes, disputas, ultrapassagens, incerteza. Tudo o que uma corrida de Fórmula 1 deve ser, aconteceu no GP do Mónaco. Não vou gastar o vosso tempo, escrevendo um artigo sobre o que se passou na corrida, visto que por esta altura já devem saber perfeitamente o que ocorreu, quanto mais não seja pela visita aos excelente blogs que aqui estão no “blogroll”.

Creio que, no entanto, vale a pena gastar a algum tempo com a corrida de ambos os pilotos da McLaren. Comecemos por Lewis Hamilton. O britânico estava a ter um fim-de-semana menos conseguido em Mónaco, começando pelo azar da qualificação. Parecia que se estava a recuperar, com uma boa passagem a Schumacher, e recuperando bem, até que encontro Felipe Massa. O resultado da disputa acabou por ser um drive through penalty, devido ao abandono do brasileiro.

Novamente em recuperação, Hamilton viria a colocar-se em mais dois momentos de acidente: o que levou à segunda passagem do Safety-Car, e contra Maldonado. Se no primeiro está isente de culpas, no segundo não deixou espaço ao venezuelano, que vinha a fazer uma corrida fantástica. E, no fim, para acabar em glória, acusa os outros de causarem acidentes, e de achar que a FIA anda atrás dele, “se calhar porque sou preto”…

Ao longo dos últimos anos tenho torcido por Hamilton, mas ultimamente ele parece ter-se tornado não só arrogante, mas também agressivo. Tudo isto, talvez, fruto de uma ausência de triunfos acentuado, pois tem sido colocada sobre si pressão para voltar a conquistar o título. Aliás, após o título muitos pilotos ficam excessivamente arrogantes, e creio que Lewis está a passar pelo mesmo que Alonso.

No outro extremo temos Jenson Button. O companheiro de equipa de Hamilton, fez uma excelente exibição, e teria sido muito provavelmente o vencedor deste GP, não fossem os Safety-Car que lhe arruinaram as hipóteses. Jenson fez tudo bem, e tal como no GP de Itália do ano passado, foi frustrante vê-lo a conduzir perfeitamente sem falhas, e no final perder por puro azar! Mesmo com tudo isto, Button foi humilde o suficiente para dar os parabéns aos seus adversários.

E aqui está a questão: o título não pode ser condição de se tornar uma besta. Desculpem a expressão, mas é verdade. Button prova-nos a todos que é possível estar no topo da categoria mais hipócrita do automobilismo jogando de acordo com as regras, e sendo um tipo porreiro. Aliás, o britânico é dos poucos pilotos de topo que não possui inimigos: uma raridade nos dias de hoje.

Até aqui tinha vindo a gostar cada vez mais de Button, mas hoje ficou provado: o britânico é o único piloto de topo, que combina talento e simpatia, o que me leva pela primeira vez a ter um piloto favorito na F1.

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Bestial ou besta: DRS

24 05 2011

Quando a FIA anunciou a implementação do DRS para a temporada de 2011, muitos foram os críticos do sistema que facilita as ultrapassagens, com Mark Webber a afirmar mesmo, que “isto não é a Play Station”. Confesso concordar com o australiano, já que o fascínio pela ultrapassagem advém não apenas desta, mas também na sua preparação.

Quer isto dizer que, não é totalmente verdadeira a ideia de que o que o público quer são ultrapassagens. É mais do que isso. Vem-me à mente o GP do Japão de 2005: começando de 17º, Kimi Raikkonen estava a fazer a corrida da sua vida. O finlandês tivera problemas com a chuva na qualificação, mas na corrida conseguiu passar adversário após adversário, até chegar ao segundo posto, a partir do qual, a 8 voltas do fim, iniciou a perseguição ao líder Fisichella (Renault). A perseguição do “Iceman” foi uma das mais incríveis exibições de sempre da F1, e na primeira curva da última volta, Kimi conseguiu suplantar “Fisico” para vencer uma das melhores corridas da sua carreira.

Perceberam o contexto? Sem tirar mérito à ultrapassagem, que foi simplesmente incrível, aquilo que começou a “colar” as pessoas ao ecrã foi o início da perseguição. A FIA parece não o ter percebido, recusando-se a retirar o DRS do GP do Mónaco, e colocando duas áreas para o dispositivo para Montreal e Valência.

Para começar, e ao contrário de muitos, creio que as melhores utilizações do DRS foram na Austrália e na Espanha. Certo, foram provas com o menor número de ultrapassagens, mas foram as de maior tensão. A perseguição de Button a Massa em Melbourne impediu-me de me mexer um milímetro no meu sofá. E a de Hamilton a Vettel teve o mesmo efeito, já que estava com a expectativa de ver se Lewis conseguiria fazer a manobra (mais por ser um McLaren, do que por ser o piloto, mas isso já é outro tema…).

A FIA parece não ter compreendido o que está por trás de uma ultrapassagem...

Porque aquilo que o DRS deve fazer não é fazer ultrapassagens acontecer imediatamente. O que deve verdadeiramente suceder é uma pequena ajuda ao piloto que persegue, o que foi visto em Melbourne e Montmeló. Já em Istambul, por exemplo, nada disso acontecia, e os pilotos passavam com toda a facilidade!

Creio que a FIA se esquece daquilo que realmente importa, com as sucessivas artificialidades que coloca nas provas.

Uma coisa é certa, como disse o Renan do Couto no Podium GP, na qualificação será interessante de ver qual o piloto que se arriscará a perder um pouco de aderência nas curvas rápidas, de modo a obter uma pequena margem de vantagem, que poderá ser fundamental no fim…





Regresso à normalidade

22 05 2011

Com a pole de Mark Webber ainda havia alguma esperança de que, finalmente, Sebastian Vettel começasse a ser “caçado”, no entanto, não poderia estar mais longe da verdade. O alemão fez nova vitória, mesmo com a forte pressão de Lewis Hamilton na última parte da corrida. O seu companheiro, Webber não conseguiu fazer uma boa partida, e acabou por ser passado à partida por Vettel e Alonso, acabando a corrida no quarto lugar a pressionar Button.

Ambos os McLaren estiveram bem, com Hamilton a perseguir Vettel durante grande parte da corrida, enquanto Button passou a corrida em terceiro, depois de passar Webber e Alonso, demasiado longe dos da frente, e um pouco à frente dos de trás… Red Bull e McLaren foram os senhores da corrida, tendo sido os únicos a terminar na volta do vencedor, pois o resto do grid levou todo, pelo menos, uma volta de avanço!

À partida, Alonso fez uma excelente largada, mas não conseguiu manter-se à frente.

A Ferrari prometia muita para a corrida, com Alonso a partir muito bem, e a liderar a corrida no início, contudo acabou por começar a regredir, e acabou a uma volta do vencedor, depois de ter chegado estar à sua frente no início! Sempre fez melhor que Massa, que como resposta ao facto de o seu companheiro ter renovado contrato, fez uma fraca exibição, estando quase sempre nos últimos lugares pontuáveis até a um abandono.

Mercedes e Renault cumpriram o seu papel habitual, com destaque para o facto de Schumacher ter batido Rosberg, e de Heidfeld ter  conseguido chegar aos pontos depois de partir do último lugar… Outra equipa que conseguiu ficar bem foi a Sauber, que conseguiu pontuar com ambos os pilotos, com Pérez na frente de Kobayashi.

De resto, e num circuito que tende a mostrar o verdadeiro potencial dos carros, não deixa de ser decepcionante a performance de Force India, Toro Rosso e Williams, para além de que a Lotus não conseguiu ficar tão bem em corrida como o tinha feito em qualificação.

Ver resultados completos.





O regresso à boa forma

21 05 2011

A chegada ao circuito de Montmeló era aguardada para verificar qual o verdadeiro andamento dos monolugares. A pista espanhola privilegia mais o carro do que o piloto, logo era a situação ideal para se entender qual a rapidez verdadeira do carro. Apesar de se ter confirmado que a Red Bull é de facto a equipa dominante, com quase 1 segundo de vantagem sobre os rivais, foi Webber quem ficou à frente desta vez, retirando Vettel da pole pela primeira vez desde o GP de Abu Dhabi de 2010.

Foi possível observar que o australiano não festejou muito o seu feito, e até é compreensível: é na corrida que se ganham os pontos, e é aí que Mark ainda não venceu o seu companheiro de equipa este ano… Daí que nada esteja decidido, e ainda para mais Sebastian afirmou que não pôde usar o KERS… Nada está decidido, portanto!

Webber conseguiu retirar Vettel do meio desta imagem...

Para analisar o resto do grid, comecemos pela Q1, onde Heidfeld e Barrichello surpreenderam pela negativa, ao não conseguirem passar. O primeiro acabou por nem poder participar, pois o seu carro incendiou-se no 3º treino livre (por uma falha no sistema dos escapes, supostamente), enquanto o último teve um problema com a caixa de velocidades. Os seus companheiros saíram-se melhor, conseguindo chegar à Q3.

A surpresa acabou por ficar por conta da Lotus, que apresentou várias melhorias aerodinâmicas para o GP espanhol, e acabou por se distanciar fortemente de Virgin e HRT, com Kovalainen a passar à Q2, onde conseguiu bater os Force India(!), pese embora o facto de as duas “desistências” da Q1 terem ajudado.

Foi aqui que ficaram ambos os Sauber e Toro Rosso que deverão, tal como nas corridas anteriores, lutar pelos últimos lugares pontuáveis, caso uma das equipas de topo falhe.

Na Q3, apenas McLaren e Red Bull foram para a pista no início da sessão, e parecia que ia ficar por aí, devido às grandes diferenças entre os pneus duros e macios, bem como pela necessidade de poupar um jogo para a corrida. Maldonado não tinha nada a perder, e foi para a pista contando que os outros não fossem, elevando-o a quinto.

Na corrida, será interessante ver o que fará Schumacher.

Contudo, Michael Schumacher teve uma ideia ainda melhor: foi para pista, obrigando os adversários a também irem, de modo a não ficarem nas últimas posições. No entanto, Schumi não fez qualquer volta, voltando às boxes, podendo por isso obrigar os adversários a gastarem um jogo de macios, sem que ele o tivesse que fazer. Uma decisão inteligente, que lhe poderá render frutos na corrida…

De realçar ainda, o facto de Alonso ter conseguido dividir os McLaren, ficando em 4º. Contudo, talvez não tenha sido a decisão mais feliz, já que o obrigou a sacrificar um jogo de pneus de corrida, o que lhe poderá custar caro, até porque já se percebeu que agora a qualificação já não tão importante!

Pequenos destaques

DRS – a FIA anunciou que nos GP’s do Canadá e da Europa serão usadas duas zonas de DRS, somando-se a isto o facto de o GP de Espanha ter a maior zona do dispositivo desde que foi implementado, para a corrida de amanhã. Como se não bastasse existir, a FIA quer-nos forçar o DRS ainda mais…

Bandeiras nas asas – não sei se fui o único a reparar, mas a Sauber colocou “Mexico” escrito na sua asa traseira, tal como a Williams, que tem “Venezuela”. Pelos vistos os países acham que é o melhor modo de se promover. E pensar que a McLaren chegou a fazer negociações o ano passado para ter “Visit Lybia”… talvez não seja a melhor altura para o fazer agora!

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A testar a coesão da FOTA

12 05 2011

Recordo-me que em 2009, quando as equipas anunciaram que iriam formar o seu próprio campeonato, pensou-se que seria uma era nova do automobilismo, quando as equipas fossem as donas e senhoras absolutas dos destinos do campeonato novo. É certo que, pouco mais de um mês depois, Mosley finalmente cedeu às exigências das equipas acerca do tecto orçamental, mas colocou-se a questão: quão coesa era a FOTA?

Embora, no geral, se tenha assistido a uma união entre as equipas pelos seus interesses comuns, a FIA tentou por todos os meios fragmentar a federação das equipas, de modo a fazê-la perder força, tendo puxado pela Force India e Williams. Na altura foram as únicas a submeter entradas incondicionais para o campeonato mundial, contudo isto deveu-se ao facto de terem sido pressionadas, sobretudo por questões monetárias pendentes.

Mosley esticou a corda longe demais.

As equipas mantiveram-se unidas face à ameaça, e na época pensou-se que seria o teste definitivo à aliança entre as equipas contra Ecclestone e os interesses da CVC (visto que Todt ao assumir a presidência da FIA assumiu uma posição mais aliada às equipas), mas enganámo-nos.

Em curso está um possível processo de compra das direitos da Fórmula 1 por parte de Rupert Murdoch, que juntamente com a questão da repartição dos rendimentos e do regulamento dos motores para 2013. Ecclestone não tem gostado do interesse do milionário, tendo afirmado que colocar a F1 nas suas mãos, e das transmissões “pay per view” é um suicídio à popularidade desta, e que o interesse das equipas em gerir o desporto não é lógico (“… eles já recebem imenso dinheiro em prémios (…), esqueçam isso e pensem em ganhar corridas…”).

Para começar é preciso entender que Bernie ainda não colocou na sua cabeça que quem participa no espectáculo que vende, são as equipas, logo é lógico que estas exijam mais direitos na sua organização. Segundo, que o presidente da FOM estava a dar uma indirecta à Ferrari, que se tem vindo a aliar a Murdoch, de modo a poder pressionar o britânico com a questão dos motores 1.6 turbo de 2013…

O maior risco da FOTA: o egocentrismo da Ferrari e Montezemolo.

O principal risco à unidade da FOTA vem mesmo dos lados de Maranello, pois os italianos têm desde sempre o hábito de se considerar como os personagens principais do “circo”, tentando assumir o controlo da categoria sempre que têm a oportunidade. E esta questão dos motores é um bom exemplo disto: porque irá a incrivelmente importante Scuderia sujeitar-se a usar motores que não merecem estar nos seus carros de estrada? Uma postura que já começa a assumir contornos de patético, tendo em conta a evolução do mercado mundial para a consciencialização ambiental…

Bernie também tem tentado pressionar a união da FOTA acenando com a possibilidade de alguns cheques chorudos a equipas como a Williams, que enfrenta grandes dificuldades financeiras (mas o Maldonado agradece…). Já para não falar que o domínio da Red Bull tem vindo a causar alguns conflitos com as equipas mais fortes, que a acusam de quebrar os regulamentos.

Em conclusão, a FOTA tem tentado pressionar as instituições que gerem a F1, mas a principal ameaça ao seu objectivo virá de dentro, nomeadamente com os interesses de cada equipa a tentarem ser sobre-postos aos da colectividade…





Estará 2011 acabado?

9 05 2011

Estamos bastante mal habituado. Depois dos últimos anos terem tido disputas pelo título bastante cerradas, Sebastian Vettel parece-nos estar estar os (nada bons) velhos tempos em que Schumacher dominava a F1 a seu bel-prazer. O alemão partiu bem, e daí para a frente só voltou a aparecer nas câmaras no fim para receber a bandeira de chegada… Atrás de si, a uma distância confortável, estiveram Alonso e Webber que lutaram pelo segundo posto ao longo da corrida (vitória para o australiano), sendo de admirar o progresso da Ferrari.

A McLaren e Mercedes depois de uma qualificação boa, acabaram por não conseguir acompanhar o ritmo dos da frente, terminando imediatamente a seguir, sem ter ameaçado o domínio da Red Bull alguma vez (ainda que Rosberg tenha estado brevemente na frente de Webber). A Renault teve uma situação semelhante, ainda que tenha perdido o fôlego que os pódios pareciam-lhe ter dado.

Esperemos não ver isto até ao fim do ano...

Ainda algum destaque para as excelentes exibições de Buemi e Kobayashi, que conseguiram dar os últimos pontos a Toro Rosso e Sauber, respectivamente, depois de terem partido de posições mais atrasadas. As grandes decepções foram a Force India e a Williams, que ficaram sempre longe dos pontos, parecendo, no caso da equipa de Grove, ter sido a estratégia errada a principal culpada.

Uma corrida bastante dominada pela Red Bull, que embora tenha perdido o GP da China, levou a que Vettel tenha conquistado 93 pontos em 100 possíveis. Embora não queira parecer derrotista, é evidente que os adversários não acompanham o ritmo, e a vitória de Hamilton deveu-se mais a uma falha na estratégia da Red Bull, do que a superioridade evidente, pelo que esperemos que não se volte a ver um campeonato conquistado em Julho!

Veja os resultados completos.





Red Bull mantém superioridade

7 05 2011

Grandes eram as expectativas para este primeiro GP europeu da temporada, contudo tudo se manteve: Red Bull permanece dominante. Pronto, não estou a ser justo, ocorreram, de facto, várias mudanças, mas comecemos pela frente. Vettel e Webber colocaram os RB7 na frente (por esta ordem), e enquanto os outros tentavam mais uma volta para os bater na qualificação, eles decidirem poupar um jogo de pneus para a corrida. Uma inspiração na vitória de Hamilton na China…

Os dois McLaren acabaram por não conseguir evitar a superioridade dos austríacos, mas ao menos aproximaram-se um pouco mais. Uma das surpresas foi a Mercedes, que parece ter conseguido recuperar terreno após duas primeiras corridas bastante desanimadoras, e Rosberg, a partir de 3º, poderá tentar dar luta aos Red Bull na corrida. A Renault também esteve bem, embora a melhoria dos alemães a tenha impedido de se chegar mais à frente.

Vettel aproveitar para irritar Verstappen mais um pouco...

A Ferrari acabou por decepcionar, pois Massa e Alonso estiveram sempre muito longe do ritmo dos rivais, e o 5º lugar de Fernando poderá ser considerado um grande feito. Para a alegria dos seus fãs, mesmo em crise a Williams parece ter conseguido um aumento de performance, com Barrichello a quase passar à Q3. Os seus maiores rivais do momento são mesmo a Force India, e a Sauber, que não pôde contar com Kobayashi por problemas na Q1.

A Toro Rosso ficou atrás, parecendo ter perdido o “comboio” do meio, e com uma Lotus surpreendente a pouca distância. Kovalainen ficou bem perto, e se não fosse um problema com o DRS, Trulli poderia ter-se imiscuído na luta. Isto sem que tenham sido feitas as maiores alterações ao T128, que apenas virão em Barcelona… Bem se pode entender as expectativas de Mike Gascoygne para o GP de Espanha!

A surpresa da qualificação ficou, no entanto, no fim do grid. Após um Inverno cheio de dúvidas acerca do seu futuro, a Hispania tem progredido bastante desde que falhou a qualificação em Melbourne, tendo Liuzzi conseguido qualificar-se à frente de um Virgin (Glock, que parece cada vez mais desmotivado), o que é incrível tendo em conta a diferença de preparação de ambas as equipas…

Veja os resultados completos.