As novas “armas”

1 02 2011

Após as apresentações de ontem, iniciaram-se hoje os testes de pré-temporada em Valência (no autódromo e não no circuito citadino) com mais quatro equipas a apresentarem as suas novas “armas” com as quais lutarão pelo título deste ano.

Red Bull

O RB7, a "arma" dos campeões do mundo.

Os campeões do mundo eram aqueles para os quais todos os fãs de Fórmula 1 olhavam: com o primeiro título conquistado em 2010, os austríacos tinham uma grande pressão sobre eles para demonstrar que não se tratara de um sucesso fugaz, mas sim de um processo de ascensão e manutenção no topo da maior competição de automobilismo.

O novo carro, por isso, é mais uma evolução do seu antecessor, com o novo RB7 a apostar nos pontos fortes do RB6, bem como em alguns conceitos novos para acomodar as regras de 2011, no entanto não aparentam ser uma revolução completa. No geral, o carro parece estar digno de campeões mundiais (liderou o treino de hoje com Vettel).

Toro Rosso

O projecto de Faenza.

Após se ter separado da “irmã mais velha”, a Red Bull, no ano passado, a Toro Rosso tem vindo a depender da sua estrutura técnica para projectar os seus novos monolugares, e não do projectista Adrian Newey. Os efeitos desta medida têm-se vindo a fazer sentir, com os italianos a terem perdido muito terreno para os rivais, tendo-se limitado a bater as equipas novas em 2010. Muito pouco, de facto…

O novo monolugar, por isso, não surpreendeu, com as soluções aerodinâmicos a parecerem algo ultrapassadas, como o “nariz” mais baixo até agora. Prevê-se mais um ano complicado para os lados de Faenza, ainda para mais com a melhoria de performance prevista da Lotus, por exemplo.

Williams

A mudança radical de estilo no novo Williams.

Pelo segundo ano consecutivo, a Williams recorre a uma autêntica revolução no seu projecto na tentativa de sair do anonimato, e de volta às vitórias (que não atinge desde 2004). Depois de ter perdido múltiplos patrocinadores para este ano (RBS, Air Asia, Allianz, Phillips,…), os britânicos viram-se forçados a contratar o venezuelano Pastor Maldonado (campeão da GP2) de modo a obter o patrocínio de quase 20 milhões de euros da PDVSA.

O resultado é um monolugar vazio de patrocínios, mas a equipa já afirmou que não se trata da pintura definitiva. A ver vamos… Enfim, no geral o carro apresenta algumas linhas interessantes, pelo que esperemos que, finalmente, a Williams consiga regressaràs performances que nos habituou nos seus tempos dourados.

Mercedes

Altas esperanças no novo MPG W02.

Após tanto ter prometido o ano passado, com a estrutura da campeã mundial Brawn, a Mercedes acabou sem qualquer vitória, e apenas alguns pódios esporádicos de Nico Rosberg. O regresso de Michael Schumacher acabou por ficar muito abaixo das expectativas, com várias explicações a terem sido arranjados como possível razão do fracasso (desde o enjoo no simulador até aos pneus Bridgestone).

O novo carro é uma tentativa de finalmente lutar pelos títulos, bem como de “recuperar” algum do prestígio perdido de Schumacher, com soluções mais convencionais (mas que funcionam). Quem sabe estaremos na presença do carro que irá voltar a colocar a Mercedes no topo…


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